Pra começar o ano inspirado

Fontes de inspiração são sempre bem-vindas, especialmente nessa fase de reflexão e novos planos que fazem parte do início de um ano, certo?

Pensando nisso, selecionei alguns projetos que me inspiram para compartilhar com vocês:

 

 

Pra um 2013 cheio de notícias boas

>> As Boas Novas
Ao contrário do que os jornais tradicionais tentam fazer parecer, o mundo está cheio de notícias boas. Este portal reúne apenas notícias positivas em diversos segmentos.

As Boas Novas

Site: www.asboasnovas.com
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Pra conhecer pessoas que fazem o bem

>> Caçadores de Bons Exemplos
Um casal numa expedição de 5 anos pelo Brasil e pelo mundo. O objetivo? Conhecer pessoas que fazem a diferença nas comunidades onde vivem.

Caçadores de bons exemplos-ok-1024x678

Site: www.cacadoresdebonsexemplos.com.br

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Pra sorrir mais vezes

>>365 sorrisos

Um postal com uma foto e uma mensagem positiva a cada dia, por um ano. Este é um projeto da Revista Sorria, que também vale muito a pena conhecer. A publicação, além de ter um conteúdo super positivo e bem produzido, tem sua verba revertida para causas sociais.

365 sorrisos - siga sua intuição

Site: www.revistasorria.com.br

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Pra dizer sim pros seus sonhos

>> Agora sim!

Um blog que reúne histórias de quem teve coragem de correr atrás dos seus sonhos e encontrou seu caminho na profissão.

agora simSite: www.agorasim.blog.br
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Pra se inspirar nas flores

>> A Florista

A beleza e o perfume de pessoas que são como flores, encantam e inspiram outras histórias a desabrocharem.

florista

Site: www.aflorista.com.br
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Agora é sua vez, me conta: o que te inspira?

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Treze

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Obrigada a todos que me acompanharam nas pausas de 2012.

Que ano que vem elas aconteçam com mais frequência.

Feliz recomeço!

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E se chover?

gotas
Poças vão se refazer.

Gostas vão se esbaldar.

Mágoas vão se dissolver.

Ombros vão se encontrar.

Amigos vão se acolher.

Amores vão se deixar molhar.

Dias de Chuva

No espaço de um guarda-chuva.

Circulam passos, pressa, cuidado.

E o abraço do casal apaixonado.

 

guardachuvas

Cansei

Chega de vc e bj…
Não quero viver abreviações.
Eu quero você por inteiro.
Quero esse beijo por completo.

 

 

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de volta

um sorriso no olhar veio me chamar

chegou assim, bem de mansinho

bateu no meu peito com todo carinho…

já era hora de acordar

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A Saga BH – (SP) – BA

Belo Horizonte. Embarco no avião. Eu, minha irmã e uma amiga. Decolagem número 1 iniciada. Enjôo idem. Tomo remédio. Em vão. Aterrissagem número 1 concluída. Escala. São Paulo. Eu: branca. Aeromoça chama enfermeira. Preciso ir ao posto de saúde. A amiga tenta ir junto. É impedida. Desço do avião. Sozinha. Sem casaco. Entro na ambulância. Penso, deve ser perto da pista. Engano. A ambulância sai do aeroporto, pega a avenida. Estamos em São Paulo, logo há trânsito. Damos a volta no aeroporto. Chegamos à entrada. Cruzo o saguão. De_ca-dei-ra_de_ro-das. Médica mede a pressão: “muito baixa. Tem que tomar soro!” Uma pergunta: “Vou perder meu vôo?”. A resposta: “Não, fica tranquila. Vai dar tudo certo.” Tento ligar para minha irmã: telefone desligado. Eu e uma grávida tomando soro. Tempo passa. Minha irmã me liga: “Tá bem? Cadê você? O avião está saindo…” Pronto. Perdi o voo e o primeiro dos 4 dias da viagem. Próximo voo: 6 horas depois. Sem casaco. Eu e os tickets da minha mala, da mala da minha irmã e da mala da amiga. Dá-lhe, saguão, restaurante, lojinhas. Chega a hora. Apreensão. Decolagem número 2 bem-sucedida. Aterrissagem número 2 idem. Buenos Aires. Esperando por mim: minha irmã e minha tia. No aeroporto. No Free Shop. 9 horas depois. Sem comida. Bebendo água escondidas. Sem os tickets das malas. Ainda bem que os outros dias compensaram.

Gostou? Veja também a Saga BH-SP.

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O fascínio das Mandalas

Sempre fiquei intrigada com algumas manifestações artísticas que se repetem em povos completamente distintos. E falo de algo que vem de muito antes dessa história de globalização. Criadas com diferentes intenções, as mandalas estão presentes em todos os cinco continentes. Na Europa, estão nas rosáceas dos vitrais  coloridos de catedrais milenares. Na América, temos os misteriosos calendários Maias. Na Ásia, as mandalas utilizadas para meditação pelos monges tibetanos. Na África, as rituais danças circulares. E, na Austrália, as mandalas produzidas pelos aborígines. Isso, só para citar alguns exemplos.

 

Rosácea, catedral européia

 

Calendário Maia

 

Mandala Tibetana

 

Mandala, aborígenes australianos

 

Danças circulares africanas

A origem da palavra ‘mandala’ vem do sânscrito e o seu significado oscila entre “o círculo mágico”, “o mistério”, “conter a essência” e “mundo inteiro”. São diferentes interpretações que se completam, mostrando um desejo de representar a completude da vida, que vai muito além do visível e do compreensível. Em termos de forma, podemos dizer que uma mandala é uma figura geométrica que tem seu traçado feito ao redor de um centro, geralmente, obedecendo eixos de simetria.

Mandala em mosaico

Exatamente quando as primeiras mandalas começaram a ser criadas eu não sei. Mas me interessa bem menos o quando elas aconteceram, que o porquê elas foram feitas. O que une todas elas? Seria algo genuinamente humano, que independe de clima, vegetação e cenário cultural? Estariam ligadas a algum instinto ou alguma essência? Seriam alguma manifestação sagrada? Ou teriam começado a partir de elementos da natureza?

De fato, a forma de mandala pode ser percebida em diversas manifestações da natureza, como flores, teias de aranha, caracóis, o olho humano, o sistema solar, seus astros e planetas. A própria explosão que deu origem ao universo já era uma mandala. Mas, a forma como o homem cria mandalas, não se restringe a reprodução do que acontece no meio ambiente.

Além dos temas ligados à natureza, as mandalas podem conter formas geométricas, representações humanas,  temas religiosos, desenhos abstratos, entre muitas outras possibilidades. A história das mandalas reflete muito sobre  a evolução da a cultura e das arte nas sociedades. O trabalho com a cor, o uso de diferentes materiais e técnicas já produziu muitas obras-primas. Como objetos artísticos ou decorativos, as mandalas servem para ser contempladas. Mas sua função vai muito além disso.

Mandala de Al Andaluz

A ligação das mandalas com as religiões é forte. Elas estão presentes nas mais tradicionais delas. No Cristianismo, as mandalas são utilizadas como elementos arquitetônicos através dos vitrais que citei anteriormente. No Judaísmo, a estrela de Davi é considerada uma mandala. No Hinduísmo, um dos quatro textos sagrados, chamado de Vedas, contém mandalas. No Islamismo, belas mandalas ornam as cúpulas de mesquitas. E, no Budismo, a mandala é um símbolo sagrado que auxilia na meditação e na busca da harmonia. Para os budistas, o ritual de fazer e oferecer uma mandala feita de areia colorida – que irá se desfazer com o tempo – é um ato de desapego, gratidão e reconhecimento.

 

Mandala monges budistas

Muito já se provou sobre a influência da fé no nosso bem-estar. No entanto, a mandala não precisa estar necessariamente associada à religião para trazer benefícios para o corpo e a mente. Uma observação mais atenta às mandalas é um convite à introspecção. Através dela, é possível desacelerar a mente, se distanciar dos problemas imediatos, reorganizar os processos mentais e alcançar mais equilíbrio.

Quem busca um efeito ainda mais transformador pode experimentar construir suas próprias mandalas. O criador da Psicologia Analítica, Jung, comprovou o efeito de cura deste processo, transformando-o em um método psicoterapêutico. Desenhando ou colorindo mandalas, é possível resolver problemas que, muitas vezes, nem temos consciência.

Além de tudo isso, o Feng Shui, que busca a harmonização dos ambientes utiliza mandalas para equilibrar as energias. O próprio mapa de harmonia, ou “ba-gu”, utilizado nessa prática chinesa já é uma mandala. As cores e a localização das mandalas podem potencializar desejos como:

Mandala do amor / Relacionamento:
Cores: Rosa Vermelho e Branco.
Disposição preferencial: Colocar virada para o quarto, num local onde o sol incida por volta das 16:00h, ou por cima da cabeceira da cama.

Mandala da Prosperidade:
Cores: Vermelho, dourado, laranja, azul real (cores de opulência).
Disposição preferencial: Na sala de jantar, virada para onde está o sol perto das 9:30h da manhã.

Mandala da Saúde / Harmonia:
Cores: Verde e motivos florais de qualquer cor.
Disposição preferencial: Divisão da casa que recebe os primeiros raios de sol.

Mapa da harmonia

 

Afinal, as pessoas criam mandalas para reproduzir a natureza, para liberarem seu potencial artístico, para se conectarem com o sagrado ou consigo mesmas? Talvez a razão seja a soma de todas essas possibilidades ou, mesmo, eu não tenha nem chegado perto dela. Não tenho a pretensão de fechar nenhuma conclusão. O assunto é vasto e eu não sou nenhuma estudiosa do assunto. Sou apenas uma mera apreciadora que gostaria de compartilhar com você a minha paixão pela arte das mandalas.

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os ipês

 

lindos e efêmeros

mal chegaram, já estão se despedindo

talvez se estivessem sempre lá, poucos os notariam

.

peraí, e não é que eles já estavam ali antes

quase invisíveis, camuflados na paisagem

galhos secos ensaiando para seu espetáculo anual

.

e eis que suas flores chegam

ou melhor, estreiam

atraem para si todos os olhares

para, em seguida, sairem de cena

.

será a brevidade um dos segredos do seu fascínio?

.

fascinantes também são as suas cores

amarelos que contrastam com o anil do céu

rosas que interrompem o cinza da rotina

.

são convites

para ver além

para se viver o belo

e para praticar o desapego

 

 

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O olhar turista

Mais que câmera é preciso lentes internas.
Se afastar do espaço chamado rotina.

O novo pode vir de um ângulo que se acha conhecido.
O belo pode vir do enquadramento que foge do padrão.

Captar paisagens que não cabem em molduras.
Registrar encontros que não se resumem em imagens.

Como bateria, o desejo do  próximo clique.
Como bagagem, uma coleção de novas perspectivas.

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Imagem retirada daqui.

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